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Como se confessar bem?

Atualizado: 8 de ago. de 2021

Devemos ter a alma cheia de santa alegria quando nos aproximamos do Sacramento do Perdão. Saibamos nos confessar bem para aproveitarmos ao máximo das graças inerentes a este sacramento.

 
Confissão de criança

Conteúdo


Introdução

Como se confessar bem? Como se beneficiar deste sacramento através do qual são perdoados os pecados? Os pecados são sempre perdoados ou existem algumas condições para que isso ocorra? E se algum dia me confessei mal, o que fazer? Essas e outras perguntas serão respondidas ao longo deste artigo.

Antes de entrar no passo a passo de como fazer uma boa Confissão, vamos tecer algumas considerações sobre este sacramento, a fim de compreendermos melhor sua natureza e darmos mais valor a este dom deixado por Nosso Senhor Jesus Cristo à Igreja.


Importância da confissão

“Deus quer que todos os homens se salvem” (1 Tm 2,4), mas nesse querer divino entra também a nossa participação, conforme a célebre frase de Santo Agostinho: “Quem te criou sem ti, não te salvará sem ti. Assim, criou a quem não o sabia, mas não salvará a quem não quer se salvar!”[1].

Utilizar bem da Confissão é justamente um dos grandes meios pelos quais cooperamos com nossa própria salvação. Talvez não tenha sido outro o motivo pelo qual o grande São Pio de Pietrelcina aconselhava seus penitentes a se confessarem toda semana.

São Jerônimo chama a Confissão de “segunda tábua de salvação”[2]. São Tomás de Aquino explica esta expressão: “O primeiro remédio para os que atravessamos os mares é nos conservarmos num navio em bom estado; o segundo, se ele naufraga, apegarmo-nos a uma tábua. Do mesmo modo, o primeiro remédio no mar desta vida é conservarmos a nossa integridade; o segundo, recuperarmos essa integridade pela penitência, se a perdemos pelo pecado.”[3]


Infográfico sobre como se confessar bem
Infográfico sobre como se confessar bem

Nomes deste Sacramento

O Sacramento da Confissão ou simplesmente Confissão, nome utilizado mais comumente, é assim chamado, pois (como veremos a seguir) a declaração dos pecados é parte essencial do sacramento.

Chama-se também Sacramento do Perdão, porque, através da absolvição do ministro (o sacerdote), Deus perdoa os pecados. Sacramento da Reconciliação, pois dá ao pecador o amor de Deus que reconcilia: “Deixai-vos reconciliar com Deus” (2 Cor 5, 20). Sacramento da Penitência, pois o pecador inicia uma caminhada de conversão, arrependimento e reparação de suas faltas[4].


A Confissão foi instituída por Jesus, mas posso me confessar direto com Deus?

O Sacramento da Confissão, como todos os sete sacramentos, foi instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo e é de Sua Paixão que provém sua eficácia.

Após a Ressurreição, Cristo enviou os Apóstolos para que “em seu nome, pregassem a todas as nações a conversão para o perdão dos pecados” (Lc 24, 47). Ele transmitiu aos Apóstolos o poder de perdoar os pecados quando disse:

“Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20, 23).

Portanto aqueles que dizem: “Eu confesso com Deus, não preciso me confessar com o padre!”, não sabe o que é confissão e têm pouco conhecimento da Bíblia. O modo como Deus perdoa não é escolhido por nós, mas por Deus! Temos que confessar como Deus quer e não como nós queríamos que fosse!

De fato, o único que tem o poder de perdoar os pecados é Deus; por que, então, procurar outro meio diferente do escolhido por Ele mesmo para perdoar os pecados? Se quem vai perdoar é Ele, façamos, portanto, como Ele mandou e indicou, ou seja, através do sacerdote. Pensar em fazer diferente não seria um orgulho, um desejo de querer “corrigir” a Deus?

Além do mais, quando Cristo instituiu a Confissão agiu com sabedoria e bondade. De outro modo, se faltasse um sacerdote que fizesse o papel de pai, mestre, médico e juiz, quem o faria? Alguém dirá: “Deus”. Pois bem, e é realmente Deus quem o faz através de seu ministro. Ali está Ele na pessoa do bom sacerdote para nos aconselhar, nos confortar, nos orientar, nos animar! Se faltasse a pessoa do ministro, como ninguém é bom juiz em causa própria, nossa consciência obscurecida pelo pecado facilmente seria levada ao relativismo e permaneceríamos no erro.

Cristo perdoa a pecadora
Cristo perdoa a pecadora

Efeitos do Sacramento da Confissão

São efeitos deste Sacramento, conforme nos ensina o Catecismo da Igreja Católica:


– a reconciliação com Deus, pela qual o penitente recupera a graça;

a reconciliação com a Igreja;

a remissão da pena eterna, em que incorreu pelos pecados mortais;

a remissão, ao menos em parte, das penas temporais, consequência do pecado;

a paz e a serenidade da consciência e a consolação espiritual;

o acréscimo das forças espirituais para o combate cristão.

E para concluir este breve resumo teológico sobre a Confissão segue uma citação do Catecismo da Igreja Católica, sobre a necessidade da confissão individual “A confissão individual e integral dos pecados graves, seguida da absolvição, continua a ser o único meio ordinário para a reconciliação com Deus e com a Igreja.[5]


Afinal, como fazer uma boa confissão?

Veja como é fácil se confessar! São apenas cinco os pontos necessários para fazer uma boa confissão:

1. Exame de consciência

2. Contrição

3. Propósito de emenda

4. Confissão

5. Cumprir a penitência


Vamos explicar um por um destes pontos com mais profundidade.


1. Exame de consciência – Consiste numa análise da consciência para recordar as próprias faltas.

É recomendável colocar-se na presença de Deus e fazer uma oração preparatória antes do exame de consciência.

Existem listas que nos ajudam a recordar os pecados (baixar pdf), são muito aconselháveis sobretudo para quem não tem o hábito da confissão frequente.

2. Contrição – Consiste no arrependimento e na dor de ter ofendido a Deus, que é sumamente bom e digno de ser amado.

Boa prática é pedir a Deus a graça de um arrependimento perfeito. Quem não está suficientemente arrependido pode ter a certeza de que está desregradamente apegado a alguma criatura, o que torna o arrependimento mais difícil. Implore o auxílio de Deus para ter força para se desapegar.

A graça sacramental que o penitente recebe com a Confissão é proporcional ao seu arrependimento.


3. Propósito de emenda – ou seja, propósito de não pecar mais e de afastar as ocasiões de pecado.

Não receberia o perdão validamente um assassino que confessa ter matado, mas diz que pretende matar outro tão logo saia da confissão... Ou alguém que voluntariamente vive em constante situação de ocasião de pecado e não está disposto a corrigir esta situação (via de regra, o correto seria corrigir antes mesmo de se confessar).

O propósito de não pecar mais não é a certeza de que nunca mais pecará (o que ninguém pode ter), mas a decisão firme e robusta de se esforçar e utilizar todos os meios para não ofender mais a Deus.


4. Confissão – Consiste no ato de dizer os pecados ao confessor, sem esconder nenhum pecado mortal cometido depois do Batismo e ainda não confessado.

Diz São Jerônimo: “Se o doente tem vergonha de descobrir a sua ferida ao médico, a medicina não pode curar o que ignora”[6].

É também muito aconselhável que se arrependa e confesse também os veniais.

Ainda sobre a acusação dos pecados, o Código de Direito Canônico assim se expressa: “O fiel tem obrigação de confessar, na sua espécie e número, todos os pecados graves, de que se lembrar após diligente exame de consciência, cometidos depois do batismo e ainda não diretamente perdoados pelo poder das chaves da Igreja nem acusados em confissão individual.” (Cân. 988 §1, grifo nosso)

Confessar a espécie significa dizer contra qual virtude ou mandamento se cometeu o pecado. Seria um exemplo de confissão genérica, portanto errada, dizer simplesmente: “Padre, eu pequei, perdoa-me de todos os pecados, de pensamentos e atos”. Nesse sentido o Papa São João Paulo II explicou: “É reprovado qualquer costume que limite a confissão a uma acusação genérica ou somente de um ou mais pecados considerados significativos”[7].

Tratando-se de pecado mortal é preciso também dizer (ao menos aproximadamente) a quantidade de vezes que o cometeu.

É preciso ainda contar as circunstâncias, caso elas mudem a natureza ou a gravidade do pecado. Por exemplo, não basta dizer “eu pequei contra o 7º mandamento [espécie] duas vezes [número]”, pois há muitas circunstâncias importantes que podem mudar a natureza ou gravidade desse pecado. Por isso o importante seria dizer: “eu pequei contra o 7º mandamento [espécie], uma vez [número], roubando mil reais de um banco à mão armada [circunstância]."

O mesmo se diga de outros pecados, como por exemplo contra a virtude da castidade. Apesar de constar a espécie e número do pecado não bastaria dizer “pequei uma vez contra a castidade”, pois há diversas circunstâncias que alteram a gravidade desse tipo de pecado: uma é a gravidade dos maus pensamentos, por exemplo, outra é a gravidade dos atos impuros, ainda que ambos sejam pecados contra a castidade. Um é o pecado da fornicação outro o do adultério, apesar de que ambos sejam graves. Mas atenção, principalmente no que diz respeito a esta espécie de pecados, não é preciso e nem recomendável dizer detalhes que não alteram a natureza ou gravidade do pecado.


4.1 Confissão propriamente dita

(Ao se apresentar ao confessor, dizer):

“Abençoai-me, Padre, porque pequei. Eu pecador me confesso a Deus, e a vós, Padre. Confessei-me faz (tanto dias, semanas ou meses). Meus pecados são os seguintes: (declaração dos pecados).

(Depois de ter acabado a Confissão dos pecados pode-se acrescentar):

“Deste e também de todos os pecados de minha passada, e esquecido, me arrependo de todo o coração; de todos eles peço perdão a Deus, e a vós, Padre, a absolvição”

(Ouve, depois, com respeito e atenção as palavras do confessor).


5. Cumprir a penitência – chamada também de satisfação. É um ato imposto pelo confessor ao penitente, relativamente proporcional aos pecados confessados.

Geralmente trata-se de uma oração (recitação de um salmo ou outro trecho da Sagrada Escritura; meditação; Pai-Nosso; Ave-Maria; um Terço; um Rosário; etc.) um ato de misericórdia (esmola; visita ao hospital; etc.), ou outro tipo de penitência como jejum, peregrinação, etc.

Muitos pecados prejudicam o próximo. Há que fazer o possível também para reparar esse dano (por exemplo: restituir as coisas roubadas, restabelecer a boa reputação daquele que foi caluniado, indenizar por ferimentos).[8]

Antes de cumprir a penitência o pecador que estava em pecado mortal já pode voltar a comungar, pois o pecado já foi perdoado.


Perguntas e respostas

O que mais devo fazer na confissão? Há outras recomendações?

Além dos cinco pontos dados acima para realizar uma boa confissão, é muito importante também que se diga qual o próprio estado de vida, ou seja, se é religioso com votos, sacerdote, solteiro ou casado, etc., pois certos pecados mudam de espécie e gravidade de acordo com o estado de vida de cada um. Evidentemente essa recomendação serve apenas para os penitentes que não são conhecidos de seus confessores.

Outra recomendação é que o penitente seja objetivo (não despachado), ou seja, que acuse com humildade de modo claro, sincero e sem delongas as próprias faltas. Que não fale tão pouco que falte com a integridade da confissão, e nem fale tanto que a alongue desnecessariamente. É compreensível, porém, que por vezes seja necessário contextualizar determinadas circunstâncias para solucionar casos mais complexos, em tais situações é natural que a confissão se prolongue um pouco.

Uma última recomendação. Busque a Confissão com muito ânimo e confiança no poder do perdão de Deus, imensamente agradecido a Ele por ser objeto de Sua misericórdia.

Depois da Confissão não se esqueça de se recolher e rezar em ação de graças.


O que não se deve fazer na confissão? (Conselhos práticos)

Não se deve:

- Justificar as próprias faltas.

- Contar os pecados dos outros (familiares, vizinhos, etc.).

- Elogiar a si mesmo narrando suas próprias qualidades.

- Contar que cumpriu com suas obrigações de católico, por exemplo: “tenho ido à Missa todos os domingos, tenho rezado o rosário todos os dias...”, a menos que sirva para contextualizar algo realmente necessário.

- Falar alto e nem tão baixo que o sacerdote não consiga escutar.


Qual a fórmula da absolvição?

“Deus, Pai de misericórdia, que, pela morte e ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para a remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E Eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”.


Esta é a única fórmula?

Não, no rito oriental há outras fórmulas muito bonitas, como por exemplo essa:

“Deus, que pelo profeta Natan perdoou a David, quando ele confessou os seus próprios pecados, a Pedro depois de ele ter chorado amargamente, à pecadora depois de ela ter derramado lágrimas a seus pés, ao publicano e ao pródigo, este mesmo Deus vos perdoe, por intermédio de mim pecador, nesta vida e na outra, e vos faça comparecer, sem vos condenar no seu temível tribunal: Ele que é bendito pelos séculos dos séculos. Amém.”[9]

O que quer dizer que a penitência imposta pelo confessor é “relativamente proporcional aos pecados confessados”?

Quer dizer a penitência é proporcional aos pecados cometidos somente relativamente, pois se fosse absolutamente proporcional, nem uma vida inteira de penitência seria suficiente para satisfazer um pecado venial sequer.


É errado esconder pecados mortais na confissão?

Sim, e além de não ter nenhum pecado perdoado, acrescenta-se o gravíssimo pecado do sacrilégio. Deve-se ter vergonha do pecado, não de confessá-lo.

É natural que se tenha certa vergonha de dizer os pecados, mas o penitente deve vencer tal vergonha e confiar todos os pecados à misericórdia de Deus e compreender que o sacerdote não está no confessionário para ouvir virtudes...


E a Confissão comunitária, pode?

Limitamos a transcrever a lei da Igreja sobre o assunto, contido nos cânones do Código de Direito Canônico (os grifos são nossos):


Cân. 960 A confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário pelo qual o fiel, consciente de pecado grave, se reconcilia com Deus e com a Igreja; somente a impossibilidade física ou moral o escusa desta for­ma de confissão, podendo neste caso obter-se a reconciliação também por outros meios.


Cân. 961 — § l. A absolvição simultânea a vários penitentes sem confissão individual prévia não pode dar-se de modo geral, a não ser que:

1.° esteja iminente o perigo de morte, e não haja tempo para um ou mais sacerdotes poderem ouvir a confissão de cada um dos penitentes;

2.° haja necessidade grave, isto é, quando, dado o número de penitentes, não houver sacerdotes suficientes para, dentro de tempo razoável, ouvirem devidamente as confissões de cada um, de tal modo que os penitentes, sem culpa própria, fossem obrigados a permanecer durante muito tempo privados da graça sacramental ou da sagrada comunhão; não se considera existir necessidade suficiente quando não possam estar presentes confessores bastantes somente por motivo de grande afluência de penitentes, como pode suceder nalguma grande festividade ou peregrinação.

§ 2. Emitir juízo acerca da existência das condições requeridas no § 1, n. 2, compete ao Bispo diocesano, o qual, atendendo aos critérios fixados por acordo com os restantes membros da Conferência episcopal, pode determinar os casos em que se verifique tal necessidade.


Cân. 962 — § 1. Para o fiel poder usufruir validamente da absolvição concedida simultaneamente a várias pessoas, requer-se não só que esteja devidamente disposto, mas que simultaneamente proponha confessar-se individualmente, no devido tempo, dos pecados graves que no momento não pôde confessar.

§ 2. Instruam-se os fiéis, quanto possível, mesmo por ocasião de receberem a absolvição geral, acerca dos requisitos mencionados no § 1, e antes da absolvição geral, ainda em caso de perigo de morte, se houver tempo, exortem-se a que procure cada um fazer o ato de contrição.


Cân. 963 — Mantendo-se a obrigação referida no cân. 989, aquele a quem forem perdoados pecados graves em absolvição geral, aproxime-se quanto antes, oferecendo-se a ocasião, da confissão individual, antes de receber nova absolvição geral, a não ser que surja causa justa.


Sugestão de leitura complementar sobre o assunto: Carta Apostólica de João Paulo II Misericordia Dei.


Posso comungar sem ter confessado?

Depende. Quem é batizado e já fez a primeira comunhão está impedido de comungar somente se está em estado de pecado mortal. (Não esquecer também do jejum de uma hora antes da comunhão).


Se Deus veio para os pecadores, por que não posso comungar em pecado mortal?

É justamente porque Ele veio para os pecadores que institui a confissão. Ele veio para perdoar e levar os pecadores à conversão de vida. Não veio para incentivar o pecador a continuar no pecado...


Mesmo se faz muito tempo que não me confesso, mas estou em estado de graça, posso comungar?

Sim, pode. Inclusive a obrigação de confessar ao menos uma vez ao ano é para quem teve a infelicidade de cometer pecado grave. Mas lembre-se, a confissão frequente é extremamente benéfica para a nossa salvação.


É obrigado a confessar todos os pecados?

Como explicado acima, para que a confissão seja válida é obrigatório a confissão de todos os pecados mortais cometidos após o batismo e ainda não confessados. Os pecados veniais são matéria livre, ou seja, apenas recomendável.


Tenho só pecados veniais, posso confessar?

Sim, e é muito recomendável. Seria de muito benefício espiritual confessar-se ao menos uma vez por mês. Como já dizemos, São Pio de Pietrelcina recomendava a confissão semanal a seus penitentes, independente da gravidade dos pecados.


Posso fazer o exame de consciência e anotar os pecados no celular?

Poder... pode... Só não sei se seus pecados serão compartilhados com o Google... Uma coisa é certa, ele não vai poder perdoar seus pecados. Recomendamos o tradicional e famoso papelzinho, até mesmo por ser mais respeitoso para com o sacramento.


Esqueci de confessar um pecado, o que faço?

Pecado esquecido é pecado perdoado. Tratando-se de um pecado mortal, permanece a necessidade de confessá-lo na próxima confissão que fizer.

Lista para exame de consciência
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REFERÊNCIAS

[1] SANTO AGOSTINHO. Sermão, 169, 11, 13: PL 38, 923. [2]SÃO JERÔNIMO. Epist. 130. PL, 22, 1115. [3]SÃO TOMÁS DE AQUINO, S. Th. III, q. 84, a. 6.

[5]CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, nn. 1496 e 1497. [6] SÃO JERÔNIMO, Commentarius in Ecclesiasten, 10, 11: CCL 72, 338 (PL 23, 1096).

[9] Euchológion tò méga (Atenas 1992) p. 222.


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